Alcides Sodré

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Produtor, cantor, compositor e ator. Estudou música e canto na Escola de Música Vila Lobos. 

Como cantor, apresentador e assistente de produção participou das lives da série 80 Homenagens Áureas (2020 a 2022), criada por Paulo Cunha Bambu, em homenagem aos 80 anos da cantora Áurea Martins. 

É cantor do grupo Toque de Linha desde 2010 e participa como cantor do projeto O Poeta Era Eu: Tributo a Zé Keti. 

Nos seus projetos recentes destacam-se os shows: Leva-me Contigo – Tributo a Agostinho dos Santos, Tantas Canções onde apresenta um repertório totalmente inédito de compositores contemporâneos e Muitas Canções, em parceria com a Pianista Sheila Zagury, com um repertório de clássicos da música brasileira e internacional. Atua como cantor convidado da banda do compositor Edu Kneip no show Vivo ou Morto. 

Em 2023 foi convidado para integrar o elenco do selo Zênitha Música e lançou os singles “A Voz” (Iuri Salvagnini e Alcides Sodré), “Em Mar Aberto” (Kiko Furtado e Daniel Gonzaga), “Sem Você Nº 3” (Hugo Kauã e Bruno Silva), “Areia, Areia” (Fábio Negrone e Edu Kneip). Em junho de 2024, lançou em parceria com o compositor Paulo Baiano, o álbum “Tatuados de Canções”, com músicas de Paulo Baiano com diversos parceiros letristas, incluindo o próprio Alcides. 

Começou 2025 com o lançando do single “O Salto” (Edu Kneip e Mauro Aguiar), em duo com Sheila Zagury.  Acaba de lançar o vídeo clipe da música “Samba de Congada”, de Vicente Paschoal e André Lacerda. O clipe foi selecionado no edital Mosaico Cultural Firjan SESI 2025 e teve a direção de Eduardo Hypolito.

Cacala Carvalho

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Cantora, compositora, professora, arranjadora vocal e regente de coral. Pós-graduada em Pedagogia Vocal, Expressão e Técnica pela Faculdade Santa Marcelina (SP).

Foi integrante de diversos grupos vocais no Rio de Janeiro, com destaque aos grupos Maitê-Tchu e Folia de 3, com quem gravou dois álbuns.

É integrante do renomado grupo de samba Arranco de Varsóvia, vencedor do Prêmio Tim como Melhor Grupo de Samba Brasileiro em 2006. É regente e diretora musical do grupo vocal feminino Flor do Canto e do Coral do Casarão da Região Oceânica, ambos em Niterói.

Atuou como cantora e atriz em diversos musicais infantis, dirigidos por Karen Acioly, além de ter assinado a preparação vocal do musical “S’imbora, a história de Wilson Simonal” (2015).

Com anos de experiencia em estúdios, gravou sua voz em jingles publicitários, desenhos animados, programas de TV e álbuns musicais de inúmeros artistas brasileiros.

Sua discografia é formada por dez álbuns entre projetos solo ou em grupo, um DVD com o grupo Arranco de Varsóvia e alguns singles. Em seus projetos fonográficos  contou com as participações especiais de Ivan Lins e Claudio Lins (Pessoa Rara – Folia de 3), Martinho da Vila e Nelson Sargento (Pãozinho de Açúcar – Arranco de Varsóvia), Arthur Maia (Ela e Ele e Eu – solo) e Lô Borges (Folia de 3 Canta Márcio Borges).

Já como sócia do selo Zênitha lançou o EP autoral “Nós”, com 6 composições suas, além dos singles Rosa do Deserto, em parceria com Rômulo Gomes e Sete Véus, em parceria com Felipe Radicetti.

Neste momento, dedica-se à produção de seu novo álbum autoral “A Música Que Eu Quiser”, que teve um financiamento coletivo muito bem sucedido na página da Benfeitoria, e está sendo produzido por Sérgio Benevenuto, em parceria de co-produção com Canequinha e Rômulo Gomes.

Canequinha

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Violonista, guitarrista e compositor, filho do guitarrista e violonista Fernando Caneca e da cantora Cacala Carvalho. Nascido no Rio de Janeiro, começou sua carreira em Niterói, para onde se mudou ainda criança e por lá formou duas bandas que tiveram muita expressão na cidade, ManoEla e Bow Bow Cogumelo.

Por dez anos (2014-2024) esteve em cartaz com o espetáculo Cássia Eller – O Musical, do qual participou como violonista, tendo excursionado por todas as capitais Brasileiras. Em 2016 deu início ao projeto de música eletrônica EJO-Eletro John via web, elogiado e apoiado pelo portal SoLow Bass. 

Atua como músico em shows e/ou gravações ao lado de diversos artistas e em 2022 participou de uma série de shows com o projeto Rua das Pretas em Portugal, onde dividiu o palco pilotado por Pierre Aderne, com participação de diversos artistas brasileiros e portugueses. Os shows foram gravados e podem ser assistidos no canal RTP.

Lançou-se em carreira solo durante a pandemia, com os singles “Não Vai Passar (tão cedo)”, parceria com Felipe Caneca e Cacala Carvalho, e “Azul (bebê)”, parceria com Luiza Gueiros e Cacala Carvalho. 

Pelo selo Zênitha Música, acaba de lançar o single autoral “Vício Vital” e em breve virá seu primeiro álbum autoral. 

Celia Vaz

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Arranjadora, compositora, cantora e violonista. Graduada em Arranjo e Composição pela Berklee College of Music (Boston, EUA). Participou de vários concertos e gravações em Boston e em Nova York.

Foi diretora musical, arranjadora e violonista do grupo vocal Quarteto em Cy, com o qual gravou 15 CDs no Brasil e no Japão. Participou, como arranjadora, da gravação de três CDs unindo os grupos Quarteto em Cy e MPB-4. 

Seu primeiro álbum solo (Mutação – Polygram) contou com as participações de Pat Metheny, Marcos Resende, Ricardo Silveira, Raul de Souza e Luizão Maia. O CD intitulado “Celia Vaz” (Leblon Records), com a participação especial de Chico Buarque, (em Retrato em Branco e Preto), rendeu a Celia o prestigiado Prêmio Sharp de Música. Gravou com Wanda Sá o elogiado CD “Brasileiras” (CID), trabalho responsável por inúmeras turnês nacionais e internacionais, tendo sido editado nos EUA e no Japão. Pela gravadora FarOut Records (Inglaterra), Celia gravou o CD “Ebb and Flow”, além de participar como arranjadora, cantora, violonista e compositora de vários CDs produzidos pela gravadora e também pela Soul Jazz Records.

Como arranjadora e produtora musical, participou de inúmeros álbuns de artistas como: Dom Um Romão, Rosinha de Valença, Martinho da Vila, Leci Brandão, Luiz Eça, Billy Blanco, Maogani Quarteto de Violões, Sueli Costa, Fátima Guedes, Gilson Peranzzetta, Délcio Carvalho, pra citar alguns.

Com o grupo vocal Nós Quatro, criado por Célia, onde cantava e assinava os arranjos, lançou o CD “Nós Quatro” (Biscoito Fino), indicado para o Prêmio Tim e finalista do Prêmio Visa. Com o grupo vocal OuroBa, onde também cantava e era a principal arranjadora, lançou um álbum com cânticos do candomblé, na língua Yoruba. É arranjadora e regente do Coral “Agora Vaz”.

Ao lado do guitarrista e violonista, Ricardo Silveira, lançou o EP Liverpool, Rio, com cinco canções de Lennon e McCartney.

Celia Vaz é artista do selo Zênitha Música. 

Felipe Caneca

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É pianista, acordeonista, compositor e professor. Formou-se em 2021, em Licenciatura em Jazz e Música Moderna, na Universidade Lusíada de Lisboa, onde reside desde 2018. 

Sua primeira atuação profissional em palco foi com a banda niteroiense ManoEla que lhe deu enorme experiência como músico da noite e arranjador.

Em 2014 juntou-se à equipe do espetáculo “Cássia Eller – O Musical”, atuando como regente e músico da banda-base, em uma longa turnê da qual participou por 4 anos, que percorreu todas as capitais do Brasil. 

Participou, em 2015, do 3º Festival Internacional da Sanfona, em Juazeiro da Bahia/Brasil. Fez sua estreia como produtor musical em 2017, no EP “Flores Pisadas” de Mouhamed Harfouch. 

Faz parte como cantor do bloco de carnaval Sardinha Imperial, além de tocar e cantar no grupo  Forró Imperial, ambos em Lisboa. Já colaborou como músico ao lado de diversos artistas brasileiros e portugueses. 

Felipe lançou o single “Lisboa é Toda Ouvidos”, de sua autoria, em todas as plataformas digitais, enquanto espera a finalização de seu primeiro álbum de canções autorais, que será lançado pelo selo Zênitha Música.

Felipe Radicetti

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Compositor de formação clássica e premiado criador de música para TV, cinema, teatro e do cancioneiro popular. Mestre em Música e Educação pela Uni-Rio, publicou quatro livros voltados para educação, pesquisa e composição musical.

É palestrante, professor da UNINTER, nos cursos EAD de Licenciatura em Artes Visuais e Licenciatura em Música. Fundador e Presidente da Associação Carioca de Organistas (1982/83 e 84/85) e Presidente da Associação Brasileira de Compositores para Audiovisual – Musimagem Brasil (2012 a 2014).

No cinema compôs diversas trilhas com destaque para o filme “Castro Alves” de Silvio Tendler (1998). No teatro possui uma sólida parceria com a Cia. Ensaio Aberto do diretor Luis Fernando Lobo e compôs diversas trilhas originais para seus espetáculos. 

Em 2025 duas montagens apresentam música original de Felipe Radicetti: Olga, encenado pela Cia. Ensaio Aberto no Armazém da Utopia, Rio de Janeiro e Édipo e seus Duplos, de Samir Murad, representada no ciclo Teatro, Mito e Genealogia do Teatro Glauce Rocha (RJ).

Ainda em 2025 Radicetti divulga a sua mais recente produção para os palcos da música de concerto: o Amazônia Requiem, obra sinfônico-coral que retrata a morte da floresta amazônica e a ópera de câmera A Carbonária, uma biografia lítero-musical sobre a jovem Anita Garibaldi. 

Em junho de 2025, foi vencedor do Prêmio Profissionais da Música – PPM em duas categorias: [sul] produtor musical (single digital) por Sete Véus e Melhor Trilha de Teatro por A Exceção e a Regra.

Sua discografia é formada por seis álbuns de canções autorais, um EP dedicado à poesia de Federico Garcia Lorca e alguns singles. 

Participou da criação do selo Zênitha Música desde o seu embrião e segue como parceiro e consultor, além de compor o elenco. Neste momento está na pré-produção do EP Lorca vol. II – Mi corazón reposa junto a la fuente fría, com Marianna Leporace (voz) e João Cantiber (violão).

Fernando Leporace

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Baixista, compositor, arranjador, começou sua carreira profissionalmente como integrante do Grupo Manifesto que venceu o II Festival Internacional da Canção, com a canção “Margarida” de Guttemberg Guarabyra. Com o grupo lançou dois LPs “Manifesto Musical” (1967) e “Grupo Manifesto” (1968), com várias composições de sua autoria. 

Em 1969, já como integrante do grupo Vox Populi, seguiu para o México, onde morou e trabalhou por um ano e lançou um disco chamado “Vox Populi”. Em 1970 mudou-se para Los Angeles onde aprimorou seus estudos de composição, violão e contrabaixo.

Regressou ao Brasil em 1972 e trabalhou como contrabaixista em gravações e shows, com vários artistas da MPB. Trabalhou com o trompetista Márcio Montarroyos em diversos shows e projetos, incluindo a trilha sonora da novela Carinhoso, da Rede Globo, onde também gravou cantando a faixa “Priscila” de Guto Graça Mello e Nelson Motta.

Com a compositora Joyce Moreno desenvolveu uma sólida parceria, no trio formado também por Tutti Moreno (bateria), que resultou na gravação de três álbuns emblemáticos da autora: “Feminina”, “Água e Luz” e “Tardes Cariocas”.

Como compositor, teve suas obras gravadas por artistas como:

Edu Lobo, Nana Caymmi, Alaíde Costa, Leny Andrade, Zizi Possi, João Donato, Joyce, Marília Medalha, Célia Vaz, Alberto Rosenblit, suas irmãs Gracinha e Marianna Leporace, além dos internacionais Sarah Vaughan e Johnny Mathis.

Como compositor, arranjador, instrumentista e intérprete, gravou um LP, “Aldeia”, em parceria com Maurício Gueiros, lançado em 1986, numa produção independente com cinco composições de cada um. 

Desenvolve uma sólida parceria com a violonista, arranjadora e compositora, Celia Vaz, com quem tem um duo. Com sua irmã, Marianna Leporace, participa  como arranjador e baixista de inúmeros trabalhos de sua carreira.

Pela Zênitha Música lançou em 2023 o álbum Fernando Leporace, com dez canções autorais e as participações de Joyce, Délcio Carvalho, Célia Vaz e Marianna Leporace.

Ju Cassou

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Pianista, cantora, preparadora vocal, compositora, arranjadora, educadora. Formada em Educação Artística – Habilitação em Música pela FAAP-PR, em piano e teoria musical pela Escola de Música Carlos Gomes (Curitiba). Estudou harmonia com o pianista Luiz Eça. Fez parte do corpo docente da UFRJ em piano popular.

Terapeuta corporal formada pelo “Instituto Rio Abierto” – Escola para o Desenvolvimento Humano – Buenos Aires. 

Participou dos grupos  “Garganta Profunda” e “Rio Jazz Orchestra”. Artista com vasta experiência de shows e gravações, é a voz da “Bela” no filme de animação “A Bela e a Fera” de Walt Disney. 

Integrou elencos de musicais com os atores e diretores Sérgio Brito, Paulo Betti, Zé Celso Martinez Correa, Pedro Paulo Rangel e Tim Rescala.

Integrou a banda “Riovolt” na Europa com quem gravou dois álbuns de música brasileira eletrônica.  Sua discografia se completa com mais quatro CDs solo. 

Participa do “Mulherio das Letras Indígenas” com quem lançou em 2022 o “Álbum Biográfico Guerreiras da Ancestralidade”, ganhador do 65º Prêmio Jabuti – 2023. 

Coordena a “Casa da Música” como centro de estudos e cultura, e o “Projeto Música na Casa” onde recebe artistas para shows intimistas promovendo a música brasileira em sua região (Carapicuíba, SP). 

Artista do selo Zênitha Música desde 2024.

Leo de Freitas

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Pianista, arranjador e compositor, iniciou seus estudos de piano aos 13 anos de idade e formou-se em composição, pela UNIRIO.

Acompanhou inúmeros artistas nacionais e internacionais, como Beat Kaestli, Indiana Nomma, Alma Thomas, entre outros e realizou shows de seus discos nos principais teatros do Rio de Janeiro como: Sala Baden Powell, Centro de Referência da Música Carioca, Solar de Botafogo, apresentando-se com diversas formações, como: big band, orquestra e trio.

No exterior apresentou-se na Alemanha, Bangladesh e em 2018 realizou seu primeiro show autoral no Tartamudo Bar (Montevideo/ Uruguay) onde tocou ao lado de músicos uruguaios.

Criou o À Lá Bangu Estúdio, espaço dedicado ao piano e suas possibilidades artísticas e didáticas, onde grava seus projetos e projetos de outros artistas.

Leo de Freitas lançou quatro álbuns autorais: “Retalhos” (2011), “Leo de Freitas Trio – Morada da Alma” (2016), “Síntese Urbana” (com lançamento de um single por mês durante o ano de 2019.) e “Alucinações em Ambientes Laboratoriais”, lançado em março de 2024, marcando a sua parceria com a Zênitha Música.

Seu mais novo projeto “É o Piano”, chegou em 2025 e consiste em um álbum e um livro de partituras de músicas criadas como exercícios dirigidos aos alunos de piano. Este lançamento marca a parceria da Zênitha Música com a Quimideia, editora de Carla Cíntia Conteiro.



Marcello Ribeiro

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Compositor, cantor, educador, diretor musical e ator. Aos 12 anos começou a estudar violão e aos 24 anos ingressou na FAAM – Faculdade de Artes Alcântara Machado, no curso de Composição onde estudou por três anos e meio. Foi aluno do maestro Hans-Joachim Koellreutter. 

Como educador musical, passou por diversas escolas de música em São Paulo com destaque para Teia Multicultural e Projeto Âncora. Criou uma ferramenta para ensinar rítmica a estudantes iniciantes de música chamada TEMA  – Tempos, Espaço Música e Alfabetização.

Mudou-se para Paraty em 2015, onde atua como educador, produtor cultural e artista. É um dos criadores do Sarau das Artes, projeto que circula por diversos espaços culturais de Paraty. Criou dois projetos de música autoral: Iandé (música voltada para público adulto) e Iandé Curumim (músicas voltadas para público infantil) se apresenta em eventos importantes da cidade. É integrante dos blocos Carnaciranda e Batucador Maluco.

Marcello participou de diversos projetos de teatro, como músico, ator, compositor e diretor musical e atualmente integra o elenco da peça “O Conto da Amendoeira” (Ivan Jaf), como músico, compositor, ator e diretor musical.

Sua discografia é formada pelo EP autoral do grupo Iandé, “Sou Teimoso” e o single “Hoje”, com a participação de Roberto Menescal. Em 2024 foi convidado a integrar o elenco do selo Zênitha Música e agora termina a produção do single “Um Brinde à Vida”, em parceria com Roberto Menescal. 

Marianna Leporace

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Cantora, produtora, jornalista e compositora, possui treze CDs, um EP e alguns singles lançados, entre trabalhos solo, em duos ou grupos. 

Em seus álbuns contou com as participações de Edu Lobo e Chico Buarque (“São Bonitas as Canções” – com Sheila Zagury), Ivan Lins (“Pessoa Rara” – com o trio Folia de 3), João Bosco (“Interior” – projeto solo) e Lô Borges (“Folia de 3 Canta Márcio Borges”).

Gravou por muitos anos jingles e trilhas de desenhos animados para a televisão, com destaque para as séries “Corrector Yui”, “Hamtaro” e “Clube das Winx”. É dela também a voz da canção “Paraiso” de Danilo Caymmi e Dudu Falcão, integrante da trilha da novela Mulheres de Areia, da Rede Globo.

Dirige e coordena o “Coletivo Meu Caro Amigo Chico Buarque”, que reúne quarenta artistas para reverenciar a obra do autor em grandes concertos. Possui dois duos: um com a pianista Sheila Zagury e outro com o violonista Fabio Nin.

Desde a pandemia Marianna se dedica a apresentar programas na internet, em seus canais do YouTube. Atualmente são três programas ativos: ZêniPapo, que apresenta com Cacala Carvalho, mensalmente, no canal da Zênitha Música; MulherizArte, ao lado de Cacala Carvalho, Carla Cíntia Conteiro e Ju Cassou e Arte Política, ao lado de Fabio Nin e Alexandre Lemos, ambos no canal Música de Propósito.

Em 2001, ao lado de Sandra De Paoli, criou a empresa Zênitha Produções que hoje agrega o selo musical, Zênitha Música, projeto que Marianna desenvolve ao lado de Cacala Carvalho e que acaba de ganhar o Prêmio Profissionais da Música – 2025.

Em 2025 lançou o single “Igual ao Mar” (Tavito e Alexandre Lemos) em duo com A. Lemos e está terminando a mixagem de seu álbum Samba em Família para lançamento ainda esse ano. 




Rômulo Gomes

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Baixista, violonista, compositor, cantor, arranjador e produtor musical. 

É professor de contrabaixo, violão, harmonia, arranjo e produção musical, com Pós-Graduação em Ensino de Música Popular. Por três vezes (2008, 2013 e 2014) participou do FMC – Festival de Música de Londrina, como professor de contrabaixo e prática de conjunto.

Como baixista acompanhou, nos palcos ou em estúdios, artistas como: Caetano Veloso, Ed Motta, Nana Caymmi, Chico Buarque, Edu Lobo, Gilberto Gil, Ney Matogrosso, Leny Andrade, Gal Costa, Roberto Menescal, Carlos Lyra, Johnny Alf, João Donato, Hermeto Pascoal, Lenine, Simone, Emílio Santiago, Milton Nascimento, Ana Carolina, Leo Gandelman, Ricardo Silveira, Joyce , Zé Nogueira, Ivan Lins, Jaques Morelenbaum, Paulinho da Viola, Dory Caymmi, Ivete Sangalo, Gilson Peranzzetta, Zizi Possi, Celso Fonseca, Vitor Santos, Luciano Pavarotti, Zé Renato, Maria Bethânia, Leila Pinheiro, Elba Ramalho, Cláudio Nucci, Joanna, Maria Gadú, Jesse Harris, Carlos Bala, João Bosco, Durval Ferreira , entre muitos outros. Pelo período de 10 anos fez parte da banda da cantora Maria Bethânia.

Por diversos anos fez parte da banda do Prêmio da Música Brasileira, nos eventos de premiação, turnês e gravação de DVDs. Em 2015, foi vencedor do Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Grupo de MPB, com o ZR TRIO, ao lado de Zé Renato e Tutty Moreno. 

Rômulo foi reconhecido como um grande compositor pelo saudoso mestre Johnny Alf que fez dele seu parceiro em várias canções.

Entre CDs e DVDs, tem sua participação registrada em mais de cerca de 130 publicações. Possui um álbum autoral intitulado “Jeito Livre de Amar”, que está disponível nas plataformas digitais. Participa da formação do selo Zênitha Música, como artista e parceiro e neste momento prepara um álbum com suas parcerias com Johnny Alf.